terça-feira, 14 de setembro de 2010

Eu, barco


Eu, barco, navego sem rumo,
Por entre as profundezas confusas do meu ser,
Tempestades de raios,
Vórtices de dúvidas,
Não temo.
Balanço inconstante ao sabor dos ventos,
São perigos solitários,
Esquinas de ilhas.
Vivo me perdendo entre os labirintos,
E escutando as sereias
Que me convidam pro abismo.
Mas de todos os riscos,
Dos faróis eu sempre fugia,
Sou navegante do desconhecido,
Só naufrago na calmaria.

Enfim estou de volta. E agora é - de novo - pra ficar!
Só quem escreve consegue dimensionar o quanto é gratificante receber o carinho dos ilustres leitores. Esse aqui, por mais exagerado que pareça, é meu grande templo de idéias. É meu refúgio. É onde eu divido com o mundo o que tenho de mais "meu". Espero que quem passe por aqui leve consigo um pouco do muito de mim. E, caso deseje, também deixe um pouco de você aqui. Vórtice é isso. É mistura. É turbilhão de idéias. Obrigado a todos os que visitam minha casa blogsférica. Podem entrar sem bater. Mi casa, su casa!

Beijo pra quem é de beijo.
Abraço pra quem é de abraço!

14 comentários:

  1. Que lindo! Adorei essa parte:

    "Vivo me perdendo entre os labirintos,
    E escutando as sereias
    Que me convidam pro abismo...."

    Fazia tempo que não vinha lhe fazer uma visita. Saudades da boa leitura!

    Bjos

    Eliana

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  2. Lindo, lindo Roberto...
    Tô espalhando! ;)
    Beeeijos!!!

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  3. levo um pouco de você, deixo um pouco de mim. bjs

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  4. Que lindo tudo por aqui...
    Abraço.

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  5. Muito bacana seu espaço. Parabéns.
    Também tenho um cantinho online. Vou adorar receber sua visita.
    http://prosadejanela.blogspot.com

    Bjs
    Aline

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  6. Mas as vezes este barco também vira um submarino para explorar o que se esconde entre em nossa profundidade...

    Fique com Deus, menino Roberto Ney.
    Um abraço.

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  7. Eu digo também que sou uma embarcação por todo esse mar de incerteza. A água é salobra demais para pularmos e nadarmos.
    E ficar ao sabor do vento é uma injustiça com a escolha.

    Enfim, belo texto.
    Abraço!

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  8. "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."
    Fernando Pessoa

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  9. Ler não é o suficiente pra quem ama sentir!
    o poeta tenta as vezes se esconder atraz das letras, mas não percebi que fica tanto a vista,
    lendo o que é seu tenho uma base de quem é você, por isso não gosto de ficção, gosdo de decifrar,
    caminho de roça será esse lugar.
    não digo que apenas esse texto são palavras lindas bem empregadas e sim algo a mais,
    e a alma de quem ama sentir agradeçe por ler algo que muito mas do que palavras.

    passo por aqui
    passe por lá tambem!
    valeu

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  10. Mas que alegria que voltou!!
    Entrarei sem bater sempre!!!!!!!

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  11. Sou navegante do desconhecido,
    Só naufrago na calmaria.

    Me lembrou as obras de Jorge Amado...
    Parabens

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  12. por acaso... achei o Blog, amei...

    paz... luz...

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  13. Amei...amo todas as postagens feita por vc...são lindas...ja estou seguindo...virei fã...bjss**

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  14. Muito lindooo....você realmente sabe como nos envolver cm as palavras...Parabéns...Ja estou seguindo...sou sua fã!!
    abraçosss***

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Obrigado pela visita. Espero que tenha tido uma boa leitura. Volte sempre... abraços!