
É tempo de amor,
De dobrar os lençóis amassados,
De encher as malas de alegria
E partir para novas descobertas.
Há tempo para amar,
A busca é perene,
Os encontros são intermitentes,
Mas os rios do amor são caudalosos.
Não desista do amor.
Ele sempre dá mais uma chance,
Clareando as possibilidades.
O amor prolonga as madrugadas
Para que os amantes descubram cada pedaço,
Para que as bocas se toquem
E as pernas se enrosquem.
O amor não perdoa os inertes.
Ele empurra os indecisos em seu abismo,
A queda pode deixar arranhões,
Ou até mesmo pode ser fatal.
Isso mesmo.
O amor mata de muitas formas,
Mas uma vida sem amor
É como uma morte lenta e sofrida.
Muito mais vale morrer de amor
Do que viver sem um amor na vida.
P.S.: Gostaria de agradecer aos meus queridos leitores pelo sucesso crescente que o blog está fazendo e pelas inúmeras palavras de incentivo que estou recebendo. Eu sempre achei que meus escritos ficariam apenas nas minhas agendas... Está sendo um imenso prazer dividí-los com todos vocês.
Um grande abraço e obrigado pela visita!
Sempre muito bom passar por aqui,Beto!!!Adoro tudo que vc escreve!!!Continue assim :) Grande beijoooooooooo!!!!!!Thai
ResponderExcluirOie!
ResponderExcluirCheguei por acaso e gostei do que li!! rsrsrsrs
Continue...
Beijo
www.praquemesmo.blogspot.com
Roberto,
ResponderExcluirTempo... tempo... tempo...
Também gostei do seus textos.
Espiarei sempre.
Abraços poéticos
Selma
Essa plantinha é chamada de AMIZADE!
ResponderExcluirVocê deve regá-la dia após dia, com palavras de Carinho
e Sinceridade adubá-la com Respeito e Dedicação e
deixar que o sol do amanhecer ilumine e
aqueça suas raízes para que ela possa
crescer sempre forte e bonita!
bom domingo
Beijinho
ROBERTO NEY
ResponderExcluirRecebi o Seu comentário em A Música das Palavras e vim investigar ...
Nele, no meu blogue, também Lhe irei responder ao comentário que me fez e já de seguida!
De São Salvador da Baía para o Estoril e volta enquanto o diabo esfrega um olho.
Que vórtice de instantaneidade, para mais na língua de Chico Buarque como de Camões ...!
É um prazer conhecê-Lo, um Abraço
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 26 de Abril de 2009
REALEJO
ResponderExcluirOh meus irmãos do Brasil
Lá tão longe sem um vil
Desejo sem ter o pejo
Da alegria do que vejo
Como música em vinil
Acentuada e com til
É como um realejo
Que canta e tem traquejo
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 27 de Abril de 2009
"Mas uma vida sem amor
ResponderExcluirÉ como uma morte lenta e sofrida"
pois é nada sem amor faz sentido!
ah obrigado meu nome é mesmo diferente :)
beijooos ^^
Suas palavras me motivaram a continuar escrevendo. Por vezes pensei que "o dom" acabaria,e é bom saber que outras pessoas discordam, pois isso dá esperança.
ResponderExcluirtalvez ainda exista solução para o meu caso!! rs
parabéns pelo blog! está muito lindo!!
(ps: da onde é o seu contador de visitas? tentei colocar um no poemas... mas ficou muito feio! rs)
bjs
Amigo poeta é sempre um prazer vir aqui e descobrir suas emoções que se desdobram em tanta poesia linda. " O amor não perdoa os inertes". Essa frase nos conclama a libertação dos sentidos aos amores idos e dos que sempre serão bem vindos!
ResponderExcluirFoi uma grande satisfação ler o teu poema.
Grande abraço no coração.
Vida sem amor não é vida... o que fica é apenas um corpo carregado pela inércia.
ResponderExcluirSó existe amor onde existe vida.
Nossa, lindas palavras, parabéns. E muito obrigada pela visita.
ResponderExcluirTambém será um prazer voltar aqui mais vezes.
:)
ROBERTO NEY
ResponderExcluirCaro Amigo,
Não, nunca estive no Brasil mas saiba que gostaria muito de o visitar!
O que Lhe escrevo aqui, na minha caixa de comentários, vou também editar na Sua, não vá o meu Amigo não me ler aqui ...!
Sabe, o que aqui se vai desenvolvendo nestes diálogos, para mim é tão importante como as primeiras páginas, os posts que os encabeçam.
Com que então, uma pós-graduação em direitos humanos em Coimbra!
No que Lhe poder ser útil ...!?
MINHA TERRA
Minha Terra pequenina
Ao pé do Brasil uma esquina
Um vãozinho sobre o mar
Vontade de respirar
Desejo de ver mais longe
Que o horizonte a nadar
É um barquinho que rima
Com tua vontade de estar
Tens cá tudo é uma mina
Retrato do navegar
Tens a língua que me enquina
Que não pára de sonhar
É pequenina esta sina
Mas expandiu-se sobre o ar
É como traje de monge
Que voou sobre o altar
Ao Seu dispôr, um Abraço
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 29 de Abril de 2009
Amor!
ResponderExcluirO sentimento que tudo move e em torno do que muito gira. Sim, "o amor não perdoa os inertes"...
E inércia é algo que não cabe nem chega nesse vortice literário. Como sempre, belos textos!
É sempre um deleite passar por aqui!
Abraço!
Nossa aorei tudo aqui,
ResponderExcluirjá tentei escrever assim, desisti.
Deixo isso a quem entende, deixo isso pra vc
Me contento em ler..
Beijos e estou te seguindo
Escrever é compartilhar !
ResponderExcluirContinue compartilhando seus escritos.
Na vida sempre há tempo para AMAR.
Escrever é uma grande forma de amar e de amor.
Bom final de semana.
Valeu pela sua visita.
Beijão !
...que encanto de canto!
ResponderExcluircantar o amor é sempre
uma delícia.
e você o fez aqui com maestria.
lindo isso...
bj, bj
Roberto,
ResponderExcluirObrigada!Seu espaço aki tb é muito bom!!
Gostei!
Bem, achei melhor dar o alerta de idade, pois meu Blog contém cenas de nudez, mas tb o considero bem light e tomo muito cuidado.
Foi uma precaução apenas,viu?
Beijos,
Reggina Moon
..O amor mata de muitas formas,
ResponderExcluirMas uma vida sem amor
É como uma morte lenta e sofrida.
Muito mais vale morrer de amor
Do que viver sem um amor na vida./
Isso já diz tudo...bela postagem.
Visite meu outro Blog:
www.versoeprosapoemas.blogspot.com
(esse é livre...rs)
Abraços,
Reggina Moon
Roberto!
ResponderExcluirDobrar os lençóis amassados. Belo poema!
Gostei muito do que li em teu blog, parabéns!
Abraço!
Muito mais vale morrer de amor
ResponderExcluirDo que viver sem um amor na vida.
Uma constatação sábia essa...
Prefiro viver so que me esconder do amor e suas armadilhas intrínsecas, se é que me entende, e sei que sim...=)
Abração
ei menino, me leva pra Bahia??
ResponderExcluirkkk
beijos
Roberto,
ResponderExcluirSeja concretista, mas venha fazer umas viagens poéticas quando puder, isso nos leva a sair um pouco desse mundo que não inventamos, que nos foi imposto.O amor é abstrato, a Poesia tenta concretizar os sentimentos em palavras.
Também sou sua leitora,
Grata pela visita,
Reggina Moon...poeticamente falando.
Verso & Prosa
Galera, obrigado pelas postagens e pelas palavras de carinho... falar de amor sempre me agrada e fico feliz que esteja agrandando aos meus leitores também.
ResponderExcluirGrande abraço a todos!
Olá, Roberto!
ResponderExcluirAdorei suas visitas e comentários lá no Medo e no Navegando... que, por inúmeras razões, inclusive falta de tempo, ando deixando meio ao abandono. Gostei mais ainda de estar aqui.
Deixo-lhe o endereço do único blogue (Fundo de Mim) que atualizo com maior frequência, (uma vez por semana), e levo comigo os momentos muitíssimo agradáveis que passei deliciando-me com seus escritos em prosa e em verso.
Muito obrigada,um beijo,e inté!
O amor é complicado demais, no entanto impossível de viver sem sentir esse perturbador estado de alteração sentimental e da realidade.
ResponderExcluirGrande abraço
Glaucia
Cara, na verdade, uma vida se amor nem chegar a ser vida, é mais uma existência (e bem sem graça)...
ResponderExcluirBelo texto de amor.
Fique com Deus, menino Roberto.
Um abraço.