
Eu sou os olhos curiosos de quem descobre coisas novas.
Sou a palavra que encanta, que espanta e que provoca.
Sou como a água do rio, levada inexorávelmente para o desconhecido.
Sou um abraço forte, o amor incondicional de mãe e o conforto de um ombro amigo.
Sou a dor da perda, a lágrima da despedida, o sorriso do encontro.
Sou a paixão do adolescente, a esperança de uma gestante, as tentações de um precípício.
Sou impreciso.
Sou a mão do carrasco que decapita friamente.
Sou o beijo voluptuoso na madrugada.
Sou a presa devorada ferozmente.
Sou nada.
Não existem conceitos ou dogmas para me descrever.
Sou escravo do tempo.
Sou um tapa no rosto.
Sou a voz do silêncio.
Sou intenso.
Sou a espada contra os moinhos de vento.
Sou o estandarte que anuncia a mudança.
Sou o aprendiz que observa atento.
Sou esperança.
Enfim, eu sou como você.
Eu não sou como você.
Eu não sou.
Eu sou.
Eu.
Júnior meu fio... eu como conhecedora do teu talento e por a muito tempo ler a velha agenda da época das mercês, venho aqui ti falar: vomita teu talento e mostra pra todos o que a Bahia verdadeiramente tem... e cala a boca destes que falam que já se teve bons poetas e escritores...bjos de tua prima que te ama!!!!
ResponderExcluirvé, muito obrigado pelos elogios. realmente, vc é grande conhecedora da velha agenda na qual tudo começou e na qual escrevo até hoje... no início era só u desabafo, depois passou a ser um passatempo e hoje é uma de minhas grandes paixões. pode deixar que continuarei escrevendo, pois enquanto houver vida, h´qa muitas histórias para serem contadas...
ResponderExcluirbeijos
Oi Beto!!!Você é surpreendente!!!
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